Disseram que pode ser autismo e você não sabe por onde começar
Eu sou Roseli, neuropsicopedagoga clínica em Foz do Iguaçu. Trabalho com neurociências e ABA, atendo presencial e online, e explico o processo inteiro antes de você decidir qualquer coisa.
O que as famílias me contam
- “Ele não para quieto um minuto e ninguém dá conta na escola.”
- “Falou tarde, e agora fala pouco perto das outras crianças.”
- “Qualquer mudança na rotina vira uma crise.”
- “A professora disse que ele não interage com os colegas.”
- “Disseram que pode ser autismo e eu não sei por onde começar.”
Duas situações diferentes
O caminho muda conforme o ponto em que sua família está hoje. Nenhum dos dois começa por rótulo.
Ainda não tenho um relatório
O caminho é a avaliação neuropsicopedagógica: de 9 a 10 encontros para mapear como seu filho aprende, se comunica e se regula. Ela não fecha diagnóstico — ela dá à equipe médica, e a você, o mapa que hoje falta.
Ver como é a avaliação →Já tenho o diagnóstico fechado
Aqui o trabalho é a intervenção contínua, com neurociências e ABA: desenvolver comunicação, autonomia na rotina e manejo do comportamento, com plano revisado periodicamente e orientação para a família e para a escola.
Ver o acompanhamento →As dúvidas que travam a decisão
E se for só uma fase?
Às vezes é mesmo — e isso é uma resposta legítima. Só que esperar mais um ano letivo para descobrir custa caro para a criança. A avaliação existe justamente para reduzir essa incerteza: ela diz se é maturação, se é outra coisa, ou se é hora de agir. Saber cedo amplia as opções.
Meu filho vai ficar rotulado?
Uma criança chamada de preguiçosa, avoadinha ou bagunceira na escola já carrega um rótulo — só que impreciso, e ninguém sabe o que fazer com ele. O relatório neuropsicopedagógico descreve como ela aprende e do que precisa. Não é etiqueta: é instrução de uso, e é o que faz o professor mudar de postura.
E se o pai (ou a mãe) não concordar em avaliar?
É comum um responsável aceitar e o outro não. Nesses casos eu proponho a conversa inicial com os dois, sem compromisso: explico o que é e o que não é a avaliação, e o que acontece se nada for feito. A decisão continua sendo da família — mas informada.
Como funciona a intervenção
Trabalho com base em neurociências e em ABA (Análise do Comportamento Aplicada). A avaliação leva de 9 a 10 encontros; depois dela, as sessões são contínuas e o plano é revisado periodicamente conforme a criança evolui.
O que você recebe
- Relatório de avaliação
- Perfil de aprendizagem com potencialidades, barreiras e funções cognitivas avaliadas — atenção, memória, funções executivas.
- Plano de Intervenção Individualizado (PII)
- Roteiro estruturado com as metas terapêuticas traçadas para a criança.
- Sessão de devolutiva
- Encontro explicativo com os pais para esclarecer os achados e tirar dúvidas em linguagem acessível.
- Guia de orientações práticas
- Estratégias e adaptações concretas para a família aplicar na rotina de casa.
- Ponte com a escola
- Reunião ou documento com orientações práticas para os professores adaptarem o manejo em sala de aula.
O que eu não faço
Não emito laudo.
Entrego relatório e parecer neuropsicopedagógico.
Não fecho diagnóstico de TEA ou TDAH sozinha.
Avalio, mapeio o perfil cognitivo e levanto hipóteses que fundamentam o diagnóstico da equipe médica.
Não prometo cura nem prazo de alfabetização.
Trabalho com evolução funcional observável: autonomia na tarefa, estratégias próprias e mais clareza para a família.
Uma trajetória real
Um paciente de 3 anos, não verbal, iniciou intervenção comigo. Depois de cerca de 4 meses de trabalho contínuo, desenvolveu fala e começou a leitura.
Relato de caso real, sem identificação e com autorização. Cada criança responde no seu tempo — não existe prazo garantido, e este resultado não é promessa de repetição.
Atendimento online e domiciliar
Sei que sair de casa com uma criança em crise nem sempre é possível. Além do atendimento presencial em Foz do Iguaçu, faço intervenção domiciliar e online de verdade — o que atende também famílias de Ciudad del Este e Puerto Iguazú.
Ainda com dúvida?
E se for só uma fase?
Às vezes é mesmo — e isso é uma resposta legítima. Só que esperar mais um ano letivo para descobrir custa caro para a criança. A avaliação existe justamente para reduzir essa incerteza: ela diz se é maturação, se é outra coisa, ou se é hora de agir. Saber cedo amplia as opções.
Meu filho vai ficar rotulado?
Uma criança chamada de preguiçosa, avoadinha ou bagunceira na escola já carrega um rótulo — só que impreciso, e ninguém sabe o que fazer com ele. O relatório neuropsicopedagógico descreve como ela aprende e do que precisa. Não é etiqueta: é instrução de uso, e é o que faz o professor mudar de postura.
E se o pai (ou a mãe) não concordar em avaliar?
É comum um responsável aceitar e o outro não. Nesses casos eu proponho a conversa inicial com os dois, sem compromisso: explico o que é e o que não é a avaliação, e o que acontece se nada for feito. A decisão continua sendo da família — mas informada.